terça-feira, 29 de abril de 2014

1. O Clube Militar na Vida Política





                                                                                                                         

segunda-feira, 21 de abril de 2014


A Musa do Ódio



Cel José Gobbo Ferreira

Abril de 2014

A Sra. Marilena Chauí fez um interessante pronunciamento na presença da figura mais
repugnante que a política brasileira já produziu nos últimos tempos, ou seja, desde a
chegada de Pedro Álvares Cabral:

https://www.youtube.com/watch?v=FpSO-pWoTr0&feature=youtu.be

Ele é muito interessante por desnudar o que vai pelo coração daquela senhora. E por
mostrar que o grande timoneiro do PT aprova aquela posição. Respeito integralmente a
opinião de ambos. Eu sou de classe média, e a classe média é democrática.
O vídeo é precioso! Deixa completamente claras a ideologia do PT e complementa
aquele outro da Sra. Maria do Rosário em uma reunião da OAB em Petrópolis.
Levando em conta os dois, fica claro que o PT é um partido cujo hino nacional é a
Internacional Comunista. Fica provado que a força motriz desse partido é o ódio. E fica
demonstrado que esse ódio é usado para alimentar a luta de classes.
Mas ela não deixa de ter razão.
Realmente a classe média é fascista. Tão fascista que permite democraticamente que
aquela Sra. diga todas as sandices que disse sem sequer cogitar de enviá-la para um
Gulag qualquer.
Não há como negar: a classe média é terrorista. Imaginem: ela trabalha!!! Pode haver
terrorismo maior, atrocidade mais pungente, agressão mais desumana ao PT, um partido
de trabalhadores que não trabalham, de estudantes que não estudam e de intelectuais
analfabetos?
Finalmente, é envergonhado e de cabeça baixa que assumo: a classe média é ignorante.
Pois não é que ela permitiu que um partido tão asqueroso, desonesto e incompetente
como o PT chegasse ao poder? E lá ficasse por tanto tempo?
Na comemoração de seus dez anos de governo, o PT se vangloriou de que nunca antes
na história desse país houve uma promoção social tão maciça. Milhões de pessoas
passaram da classe D para a C, ou seja, ingressaram na maldita classe média.
Pobrezinhos! Melhor lhes fora ter ficado onde estavam. Eram amados por essa musa do
PT. Agora são odiados. Devem estar chorando dia e noite.
Como cidadão, o que ela disse não me trouxe novidade nenhuma. Como ser humano,
meu sentimento é de piedade por quem guarda tanto ódio no coração (é o velho
sentimentalismo da classe média, fascista, terrorista e ignorante...).
Feliz Páscoa Sra. Marilena Chauí. Que a Ressurreição do Cristo possa abrandar esse seu
coração e trazer-lhe um pouco de paz.
São os votos deste cidadão de classe média.

Visite a página da Chapa Monte Castelo:

                           http://www.monte-castelo.org/






quarta-feira, 9 de abril de 2014



CHAPA MONTE CASTELO


"A comissão da calúnia dispara tiros de inquietação contra nossas posições e não recebe
fogos de contrabateria.
Até quando vamos apanhar calados? É hora de começar a estruturar nossa militância.
E isso cabe a nós, da Reserva! Chega de jogar responsabilidades nos ombros da Ativa
enquanto permanecemos em atitude contemplativa e crítica. Não há como colher os
frutos da vitória sem fazer o mínimo esforço para plantá-los.
Temos a formação e a capacidade suficientes para criar uma estrutura que nos ofereça
segurança para o exercício de nosso direito de protestar contra a destruição dos valores
que prezamos e de trabalhar por aquilo em que acreditamos."

Trecho de um dos artigos do Cel. José Gobbo Ferreira, candidato à Presidência do Clube Militar pela CHAPA MONTE CASTELO.

Consulte as propostas da chapa, esse e outros artigos na página:
 
http://www.monte-castelo.org/

quarta-feira, 2 de abril de 2014



Quem hoje ergue o cálice.

João Pequeno

 

“Eu decido quem pode participar”, berrou o militante do PCO ao tentar impedir o trabalho do repórter Caco Barcellos, da TV Globo em uma das manifestações “pacíficas” de junho passado. “Eu sou o povo!”, gritava, com todo seu espírito democrático. De lá para cá, só piorou e até morreu gente, de tanta conivência”.
Na última sexta-feira, a PGR aceitou denúncia do PC do B contra Rachel Sheherazade, âncora do SBT, por achar “até compreensível” reação do grupo que prendeu um ladrão adolescente pelo pescoço. É bem diferente de justificar, mas o partido inventa que ela estimula as pessoas a “sair por aí julgando e executando” e quer ver a opinião dela “investigada”.
A legenda criada para elogiar o legado de Stálin, que executou milhões por crimes de opinião, pode levá-la ao destino do colega José Neumanne Pinto, crítico do Planalto recém-demitido.
Os 50 anos do golpe caem como luva para a militância que, desde antes, só queria uma outra ditadura, de sinal trocado. Não à toa, hoje apoia o uso de médicos cubanos sem o direito sequer de ir-e-vir e com o salário quase todo apreendido pelo regime dos Castro e, no mínimo, se omite sobre mortes e denúncias de tortura na Venezuela.
Você pode até achar que isso tudo é democracia “até demais” e que a ameça vem de 1 (um) deputado ou 1 (um) professor, não das turbas que, cheias de Gramsci e vazias de Voltaire, lhes deram um “cale-se!” aos gritos. Pensando bem, ontem foi o dia perfeito para isso.

Publicada originalmente em 2 de abril de 2014 no jornal Destak

PS: No jornal impresso, a frase "eu sou o povo" saiu como "eu sou povo", o que pode ter confundido seu sentido, da arrogância de se colocar no lugar de quem decide pelos demais
PS2: Outra enorme ameaça foi aquele arremedo pífio de marcha 2.0, bem resumido por Felipe Moura Brasil

Transcrito do Blog "Registros de Ocorrência" do próprio autor:

 http://joaopequeno77.blogspot.com.br/


quarta-feira, 19 de março de 2014



QUESTÃO DE CREDIBILIDADE 

 

Arlindo Montenegro

As leis brasileiras dizem que “todos são inocentes até que se prove o contrário”. E que o desconhecimento da lei não garante a impunidade. Os cidadãos são obrigados a escolher seus legisladores, entre pessoas apresentadas pelos partidos políticos como honestas defensoras dos interesses da nação. Os eleitos elaboram leis para seu próprio benefício.

Todos os votantes são informados pela televisão, pelos jornais, revistas, pelo rádio e pela internet sobre a realidade corriqueira, diária, vergonhosa. Documenta-se com sons e imagens o roubo continuado, as falcatruas, as negociatas que os tais representantes, obrigatoriamente eleitos pelos votantes cometem. São poucas as exceções à regra.

Documentado está como os governantes, legisladores, juízes, agentes do Estado e seus homens de confiança, desprezam as leis com a maior cara lisa e justificam suas ações como se falassem a imbecis infantilizados. Parece brincadeira! Mas não é. Estamos diante de um jogo sujo de gente que prefere servir ao tráfico de armas e drogas, aos bancos e empresas que pagam os favores.

Como livrar o Brasil destes ditadores eleitos pelos mecanismos corrompidos, disponibilizados por isto que chamam de democracia? Como acreditar que vamos “eleger livremente”, os mesmos gestores, previamente escolhidos pelos partidos, para que continuem a “deitar e rolar” durante os próximos anos? Os eleitores sacramentam o que parece ser “menos pior”. Todos se aliam ao governo, exceto uns poucos gatos pingados.

Quem acredita que os vereadores e prefeitos vão ser austeros, honestos, quando vão atuar como peças de uma engrenagem corrompida e dependente do alimento dos governos estaduais que por sua vez dependem de Brasília? A imoralidade dos feudos partidários exige a obediência e os dízimos aéticos de seus eleitos.

Alguém acredita que eles vão votar pela redução dos “benefícios” que dobram e triplicam seus altíssimos salários? Que vão submeter-se e deixar que os familiares e dependentes sejam atendidos pelo SUS? Que vão recusar os serviços odontológicos pagos pelos contribuintes? Ou pagar pela gasolina que consomem como uísque ou água mineral? Ou que vão recusar a posse de cartões de crédito pagos pelos cofres públicos?

Falam em reduzir despesas... Que despesas vão reduzir? São gastos secretos, tão secretos como os acordos para construir um porto de primeiro mundo em Cuba e deixar às traças o porto de Santos e as estradas esburacadas por onde circulam as safras de grãos e os produtos industrializados. São gastos tão secretos como os acordos com países africanos, com a Venezuela e a Costa Rica, que têm como lobista um certo ex presidente a serviço de empreiteiras.

Alguém acredita que os mesmos reeleitos como sempre, (que escolha?), vão cumprir o Art. 26 das Disposições Transitórias da Constituição de 1988, que manda realizar a Auditoria da Dívida Pública absurda,  aquela que o ex presidente anunciou ter zerado e cresce como bolo com fermento em demasia?
No orçamento enviado ao Congresso Nacional para o ano corrente, a previsão do governo para pagar juros e amortização da dívida é de R$ 1.002.000.000.000,00... Já leu? Engasgou? 1 trilhão e 2 bilhões de Reais! Haja imposto! Haja trabalho mal remunerado! E não falam nadica da economia informal.

Nossos eleitos, representantes dos próprios interesses, nem tocam na tal “economia não contabilizada”, cujos “impostos informais” são cobrados por agentes investidos como “fiscais” de feiras livres e de pequenos comércios, ou aqueles que cobram por baixo do pano para facilitar as atividades do tráfico de drogas, armas, contrabando, etc.

Esta economia que nunca foi divulgada oficialmente, também ajuda a eleger “representantes do povo”, que normalmente se relacionam com o crime organizado, mantendo o trabalho dos informais em condição marginal e precária. Eles são uma  das “galinhas dos ovos de ouro”. A sociedade que se proteja (como?) contra a violência que as polícias mal aparelhadas, mal treinadas, mal remuneradas não têm mesmo como conter. Que o digam as “comunidades pacificadas”.

Um amigo me indicou que os informais mobilizam uma riqueza superior à economia da Argentina. E me passou a fonte: Valor Econômico, São Paulo, 28/11/2012, Editoria Brasil, página A-3, onde se lê que a economia marginal mobilizou naquele ano, R$ 748,4 bilhões, ou seja, 17 % do PIB (Produto Interno Bruto, soma de toda a riqueza produzida no país).

E nem precisamos falar das ONGs, Organizações NÃO GOVERNAMENTAIS, financiadas pelo governo, para organizar índios, sem terra, mascarados para esculhambar em manifestações públicas, doutrinadores marxistas e toda esta gente que ajuda o comunismo e seus aliados a manter o medo e dividir a população.

São todos inocentes, como os do “mensalão”, gente fina... Democratas... Humanistas... Até que se prove o contrário. Os índices da criminalidade e roubalheira não são provas suficientes para quem não quer ver. As pesquisas oficiais confirmam os eleitos antes da eleição. O povo aceita. Uma pesquisa mais extensa confirma que 96% da população aprova a redução da maioridade penal. O PT e seus aliados recusam. Votam contra. Melhor seria se denominado Partido da Traição.  Agora estão conspirando para restringir a utilização da internet com censura e cobranças limitadoras.


Recebido por e-mail e postado originalmente no Blog "ViVerdeNovo":

 http://montenegroviverdenovo.blogspot.com.br/



http://montenegroviverdenovo.blogspot.com.br/



segunda-feira, 10 de março de 2014



A LEGITIMAÇÃO DA VIOLÊNCIA

Percival Puggina*


          O governador Tarso Genro, em recente entrevista, declarou-se contrário a quaisquer leis, sejam municipais, estaduais ou federais que visem a proibir o uso de máscaras em "protestos". Ora, para que não esqueçamos de certas compreensões consensuais numa sociedade civilizada: protesto se faz em passeatas ou concentrações, erguendo cartazes e faixas, proferindo discursos e refrões, subindo num banquinho ou carro de som, usando megafone. Protesto se faz mostrando a cara, para que as pessoas saibam quem é quem e quem está com o quê. Se usa máscara e é apenas manifestante, é covarde. Tem vergonha do que faz. Se usa máscara é não é manifestante, então é malfeitor, bandido.

          Voltemos, então, ao governador do Rio Grande do Sul, um Estado que se orgulha de sua história e da bravura de eminentes figuras que a construíram. Disse ele, referindo-se ao projeto aprovado pela Câmara de Vereadores da capital gaúcha: "Essa lei não tem nenhuma função ou objetivo". Mas como não, governador? Função da lei - permitir a identificação de quem cometer crimes. Objetivo da lei - inibir a destruição de patrimônio público e privado pelo reconhecimento dos violadores, e proteger a integridade física de policiais e transeuntes.

          Como não poderia deixar de ser, invocou ele o velho chavão esquerdista usado sempre que ocorre alguma reação frente a atos de selvageria praticados por grupos descontrolados: "A lei (municipal, contra o uso de máscaras) criminaliza os movimentos sociais". É dose! Onde o ilustre ex-ministro da Justiça foi buscar a ideia de que crime cometido por muita gente deixa de ser crime? Em que alfarrábio Tarso encontrou uma definição de movimento social na qual se enquadrem os black bloc, os incendiários de ônibus, os arrastões em estabelecimentos comerciais? A conduta desses grupos criminosos nada tem a ver com reivindicação social, mas com a apologia da violência como instrumento da política, terrorismo ou roubo com uso de violência. Ser contra a proibição ao uso de máscaras é legitimação da violência, negação da política e retrocesso civilizacional.

          A relação do PT com a impunidade já ultrapassou todos os limites do descaramento. Se é companheiro, se pega junto, se vota com a turma, pode tudo. E mais um pouco.

_____________
* Percival Puggina (69) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, membro do grupo Pensar+.


Recebido por e-mail.

 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014



E FEZ-SE O CAOS PROGRAMADO 

 
Prof. Marcos Coimbra

Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.

Em 31 de outubro do ano passado, escrevemos neste espaço um artigo intitulado “Réquiem para Cabral e Paes”, onde no trecho final afirmamos: “No âmbito municipal, o alcaide persiste na tresloucada decisão de derrubar o Elevado da Perimetral, com o absurdo argumento de que é feio. É óbvio que existem outras razões por baixo dos panos. Afinal, aquele monstrengo existente na Av. Presidente Vargas não teria sido construído se predominassem razões estéticas. Graças ao Ministério Público o desastre foi adiado para o dia 14.11, porém com interdição a partir do dia 02.11. Diante da perspectiva do caos no trânsito que fatalmente ocorrerá, na melhor das hipóteses até o ano de 2016, quando, se tudo correr bem, serão concluídas as obras de tentativa de substituição do importante Elevado, a solução apresentada pelas autoridades é não usar o carro particular, utilizando o transporte público (se existisse em qualidade e quantidade, de fato seria uma alternativa) ou empregar o transporte solidário. É ridículo! Paes entrará para a história do Rio de Janeiro como prefeito do “engarrafamento definitivo” da cidade. Será que os eleitores vão aprender a lição?”.
E, infelizmente, como “crônica de uma morte anunciada” a previsão feita não apenas por nós, como por todos os cidadãos informados e responsáveis, foi concretizada. A cidade do Rio de Janeiro sofreu no dia 17 do corrente, 2ª feira, o início do caos programado pelas autoridades (ir) responsáveis do município carioca, o qual deverá perdurar por, no mínimo, dois anos, na melhor das hipóteses.
O ex-prefeito César Maia em seu “ex-blog” do dia da concretização do tresloucado ato escreveu: “A radical mudança da Avenida Rio Branco, que se realiza, com dupla mão, exclusiva a ônibus e taxis, afeta não os veículos que podem e não podem circular. Afetam a vida de milhões de pessoas que terão que mudar seus hábitos. Esses hábitos foram desenvolvidos através do tempo e, por racionalidade econômica, definiram o que e como as pessoas tomaram as suas decisões, dentro das suas possibilidades e da oferta -pública e privada- de veículos.
Essa mudança de reversão da Avenida Rio Branco é, na verdade, a reversão de hábitos que as pessoas desenvolveram para maximizar suas funções.
Ou seja, essa reversão afetará a racionalidade econômica das pessoas, hábitos e, portanto, o tempo das pessoas. Ou seja, obrigatoriamente, milhões de pessoas serão afetadas e reagirão rejeitando os responsáveis por esta medida, na medida em que sua vida e o tempo que programavam para seus deslocamentos estarão afetados e necessariamente agravados.
O prefeito cinicamente diz: Usem transporte público! Quais? A maioria das pessoas não vive na porta dos grandes eixos. O Transporte Público está sobrecarregado. O que farão as pessoas? A população descobriu agora que quem governa a cidade é Maria Antonieta: Não tem pão? Comam brioches. Deu no que deu, lá. E dará..., aqui”.
E o pior. Em momento algum o povo atingido pela autoritária decisão do alegre alcaide, sempre sorridente, foi consultado a respeito de mudança tão radical. O Legislativo municipal, docemente cooptado, não defendeu os interesses dos seus eleitores, deixando de cumprir com sua função, à exceção de alguns poucos vereadores, massacrados pela maioria governista. Muito menos a “mídia amestrada”, persuadida pelos milhões de reais de publicidade empregada pela administração municipal, direta e indiretamente. A esfarrapada justificativa anunciada sobre a “feiura” do elevado não convence nem a “velhinha de Taubaté”. Nem o seu corolário de necessidade de embelezamento da região portuária. Predominaram as razões e os interesses econômicos dos grandes empresários e empreiteiros agraciados com as obras que estão sendo e serão realizadas no local.
Lembrem-se que foi o mesmo alcaide que instituiu a famigerada taxa de iluminação pública no município, cobrada arbitrariamente na conta da Light. E é o mesmo em cuja administração existe uma “meta” de arrecadação de multas de trânsito. E é ele também que quer fazer seu sucessor na figura de seu amigo Secretário Chefe da Casa Civil Pedro Paulo Carvalho Teixeira. E é ele também o fiel escudeiro do governador Sérgio Cabral. Para culminar, seu patético apelo de não utilização de veículos particulares para deslocamento para o centro da cidade, bem como a utilização de transporte solidário, considerando a precariedade dos transportes públicos e o caos implantado deveria ser substituído por: “Não venham ao centro da cidade! Fiquem em suas residências”!
Será consagrado na história do município como o prefeito Luiz XIV: “Após mim, o dilúvio!”.

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Página: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 18.02.14-MM).

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